Jorge Paz Amorim

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Belém, Pará, Brazil
Sou Jorge Amorim, Combatente contra a viralatice direitista que assola o país há quinhentos anos.

domingo, 20 de maio de 2018

Visitante indesejado



O contraventor penal, lavador de dinheiro, ex-assaltante dos cofres do DNER, hoje DNIT, Mario Couto Filho resolveu aventurar-se novamente à candidatura de senador, agora sem a bengala de Almir Gabriel.
Eis aí o entrave, sem uma máquina pública pra lambuzar-se parece que seu destino é o fracasso na medida em que ninguém está disposto a compactuar com seu sua performance canastrona e malfeitora.

Segundo fontes dos arraiais políticos onde ele transita, tanto Helder Barbalho quanto Márcio Miranda olharam pelo olho mágico, quando ouviram batidas em suas respectivas portas, viram que era o citado malfeitor e mantiveram a porta fechada para o indesejado aliado. Credo!

sábado, 19 de maio de 2018

Saiba por que o dólar dispara – o problema nunca foi Lula, Dilma, PT…


Há muito tempo que não se ouvia falar em intervenção do Banco Central no Câmbio para tentar conter a disparada do dólar – muito ao contrário: o século XX vinha sendo marcado por intervenções para impedir que a moeda americana caísse.

Os retrocessos que o golpe de 2016 e a prisão ilegal de Lula geraram ao país não se resumem mais ao social, ao direitos trabalhistas, à democracia, às políticas públicas e à democracia; como o Blog da Cidadania previu “um bilhão de vezes”, chegaram à economia.

Você vai ler por aí que o que vem impulsionando o dólar é o “cenário externo”, como se, no Brasil, tudo estivesse às mil maravilhas e o mundo é que tivesse problemas…

Claro que, mundo afora, há um movimento de alta na cotação da moeda americana. Na semana, ante o rublo o dólar avançou 0,77%; ante o peso mexicano+0,76%; ante o peso chileno +0,25%; frente ao rand +1,27%; e frente ao dólar australiano +0,10%…

Sabe quanto subiu no Brasil, leitor? 3,8%!!!

No resto do mundo, o dólar sobe levemente porque nos Estados Unidos o desemprego está muito baixo, os salários estão altos, o povo está gastando e está começando a haver inflação. Desse modo, o governo está subindo os juros para parar o consumo e isso faz com que investir no mercado financeiro americano fique mais atraente.

Ora, se os juros forem mais altos nos EUA, muitos investidores preferem o dinheiro rendendo (menos) lá, mas com segurança, do que rendendo muito aqui (com nossas taxas de juro altíssimas), porém com risco devido a uma crise política e uma eleição imprevisíveis pela frente.

O que está afetando a economia brasileira – e a alta do dólar é um sinal disso – é, simplesmente, o fato de que os candidatos de direita não deslancham. Sobretudo Geraldo Alckmin, o queridinho do mercado financeiro e que era a aposta desse mercado, da mídia e de dez entre dez bilionários para continuar as infames “reformas” de Michel Temer.

Está ficando claro que ninguém se elegerá dizendo que fará reforma da Previdência ou que manterá a reforma trabalhista, que está fazendo empresas de pequeno porte do Brasil inteiro contratarem empregados sem direitos e demitirem-nos sem pagar qualquer direito, já que a tal “reforma” trabalhista tornou inviável fazer reclamações trabalhistas à Justiça.

O povo quer a revogação das “reformas” de Temer. Quem não prometer isso, não se elege. O discurso do ódio e da violência vertido por Bolsonaro pode até seduzir alguns, mas a grande maioria está preocupada com a própria sobrevivência. Não quer armas dentro de casa, quer comida na mesa.

Se alguém se eleger escondendo que proporá uma reforma da Previdência, por exemplo, e depois tentar aplicá-la, vai cair. Como disse o diretor do Datafolha, Mauro Paulino, há um par de meses, há uma crise democrática no país. Sem Lula, o Brasil poderá eleger um presidente que assumirá rejeitado por SETENTA POR CENTO dos brasileiros.

A crise econômica está só começando. Conforme for ficando claro que o Brasil deverá eleger um governo de esquerda, e que a direita pode até querer ruptura institucional FORMAL para evitar isso, mais o mundo se assustará e isolará o país. E, isolado, o Brasil mergulhará naquela que talvez será a maior crise econômica de sua história.

Talvez seja hora de o PIB nacional começar a ter juízo e pressionar o Poder de facto para que distensione a política formal e a política econômica. Será isso ou o caos.
(Blog da Cidadania)

O ponha-se na rua, o preço da privataria e a sonegação do Neymar Jr



O ar de perplexidade daqueles que bateram panela, vestiram a camisa da CBF e gritaram 'Fora Dilma!', ontem, diante do preço nas alturas da gasolina era digno de registro.

A classe média, outrora efusiva, agressiva e metida a militante da cidadania era a própria imagem da resignação com a merda que fizeram ao irem às ruas chancelar uma quadrilha de malfeitores.

Talvez nem saibam que a situação é daqui pra pior, enquanto tivermos um representante da privataria tucana à frente da Petrobras vendendo ativos da nossa estatal e sofrendo o revés do entreguismo através da alta do dólar.

Claro que não voltarão às ruas enquanto tiverem governo com apoio midiático. Mesmo que esse governo nos faça tornar a 2000, quando a fome era o principal tema da pauta política do país.

Certo é que essa imensa horda de trouxas estará nos próximos dias sofrendo calada e vestindo amarelo/CBF nos bares da vida aplaudindo o sonegador Neymar Jr.

São descendentes remotos daquela súcia que era posta pra fora de suas casas, pra dar lugar aos parasitas trazidos pro Brasil por D. João VI, fugidos de Napoleão.

Perdiam a casa, iam morar longe, mas ficavam felizes da vida porque ganhavam um título nobiliárquico outorgado pelo pascácio monarca lusitano. A semelhança é herança de classe.

sexta-feira, 18 de maio de 2018

Depois da 'Geração Enem', golpismo cria a 'Geração Nem Nem'

Junte-se a famigerada escola sem partido à revogação da Consolidação das Leis do Trabalho e temos a triste 'Geração Nem Nem'.

Trocando em miúdos, das 48,5 milhões de pessoas com idade entre 15 e 29 anos, 11,1 delas não trabalham e nem estavam matriculadas em uma escola, faculdade, curso técnico de nível médio ou de qualificação profissional, conforme dados da PNAD(Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua) do IBGE.


Vítima dos efeitos perversos do golpismo larápio, a 'Geração Nem Nem' também está presente em outra estatística que envergonha os brasileiros: representa mais de 60% das vítimas da violência que campeia nos quatro cantos do país.

Assim, o país vai ficando cada vez mais distante das metas traçadas para a educação brasileira pelo PNE. A estagnação verificada mostra apenas uma coisa: a estagnação tendente ao retrocesso no número de jovens com a perspectiva de acesso a escola. Lamentável!

Corrupção no futebol e o cinismo da Globo



Em um programa da SporTV de ontem, o jornalista Martin Fernandez, do Globoesporte.com, falava sobre a reportagem que fez com a divulgação de grampos do empresário J. Havilla na investigação realizada pelo FBI sobre a corrupção no futebol. O jornalista Kléber Leite, ex-presidente do Flamengo e dono de uma empresa de marketing esportivo, a Klefer, foi um dos citados.

Ele aparece em diálogos em que, supostamente, fala a J. Hawilla, dono de afiliadas da Globo, que pagava propina para Ricardo Teixeira, José Maria Marin e Marco Polo Del Nero. Quem fala os nomes dos dirigentes é J. Hawilla, provavelmente orientado pelos investigadores americanos.

Kléber diz que pagava “um e um”, aparentemente referindo-se a Teixeira e Marin. Só que ele não cita os nomes. Com a reportagem, Martín e André Rizek, o apresentador do programa, começam a falar que, sem corrupção, os clubes poderiam receber mais pelos direitos de transmissão, como no caso da Copa do Brasil.

Kléber, ao que parece, não gostou e mandou uma extensa nota ao programa, lida no ar. Nela, diz:

“E, como informação para o repórter Martin Fernandez, que no programa afirmou que, pelo fato deste tema ser tornado público os clubes passaram a receber muito mais dinheiro pela Copa do Brasil, informo e afirmo que isto se deve, única e exclusivamente, ao fato de a Rede Globo ter passado a pagar pelos direitos de transmissão da Copa do Brasil um valor compatível com a realidade de mercado.”

Para ler a nota na íntegra, acesse o blog do Kleber.

Alguns departamentos de jornalismo são muito corajosos ao tratar do tema de corrupção no futebol. A emissora está mergulhada até o pescoço nesta lama. Por isso é que Kléber diz: A Globo é que está pagando mais, agora valores de mercado. Não pagava antes por quê?

J. Hawilla e Kléber foram funcionários da Globo, Hawilla na TV e Kléber na rádio. Ficaram ricos depois que deixaram a empresa, com os negócios envolvendo o futebol. Só que nunca deixaram de seu relacionar com ela.

Na Globo, o contato deles era com Marcelo Campos Pinto, diretor da empresa, afastado ao mesmo tempo em que um empresário de futebol na Argentina contou ao FBI que a Globo, por intermédio de Marcelo, pagava propina no exterior, para ter direito de transmissão de competições internacionais.

J. Hawilla chegou a usar tornozeleira eletrônica nos Estados Unidos, pagou multa milionária e já está de volta ao Brasil. Mas, até agora, não houve informação de que teria implicado a Globo. E talvez não tenha mesmo. Ele é Globo, como proprietário da TV TEM, a afiliada da empresa em algumas das maiores e mais ricas cidades do interior do Estado de São Paulo. Não vai falar.

Para o triunfo da verdade, a Globo deveria continuar cutucando Kléber Leite. Quem sabe assim ele não fale mais.
(Joaquim de Carvalho/ DCM/ via Blog do Miro)

O inferno das boas ideias viralatas


Mais um capítulo na novela direitista a respeito da sucessão presidencial.

Segundo o Painel, da Folha Tucana(FSP), hoje, a privataria tucana viu uma luz no fim do túnel pra fracassada candidatura de Geraldinho Merendão.

Segundo as notas da famigerada coluna citada, basta os tucanos adotarem o procedimento do Barão de Münchausen e estarão içados do atoleiro eleitoral em que se encontram.

Trocando em miúdos, a salvação para o raquitismo proveniente da falta de votos está no lançamento de uma chapa pura, composta por Geraldo Alckmin e João Dória Jr.

Assim como o tal barão é um arquétipo da falsidade factual, a similitude da solução privata tende mais pro anedotário, diante da torrente de desafetos internos à solução metida a genial, que provavelmente não ultrapassará o poleiro emplumado.

De qualquer modo, aguardemos o próximo balão de ensaio posto a público pelas angustiadas gangues midiáticas a respeito das soluções eleitorais da direita tupiniquim.

Tomara, também, que expliquem em público o porquê da inviabilidade da dobradinha Ge/Jo, ainda que ocultem os detalhes mais sórdidos dessa ideia de jerico quando for abortada.

Porém, que achem uma explicação plausível para a tentativa de tirar da disputa estadual o janota golpista e fugitivo da prefeitura paulistana. Encrenca braba!

Lula enfrenta os chantagistas


Primeiro, sugeriram uma proposta de troca(chantagem) pra Lula. Desistia da sua candidatura à sucessão de Dilma Rousseff, em troca da extinção do seu processo.

Agora, estão apontando algo tão ou mais venal que a proposta anterior: um indulto a Lula, algo que teria como consequência a extinção dessa farsa jurídica parida em Curitiba.

Diante disso, está claro como o dia que essas propostas indecentes visam mais extinguir o processo que beneficiar Lula a fim de apagar os rastros deixados por uma justiça seletiva e falsária.

O petista está disposto a ir até o fim na tarefa de provar sua inocência coisa, aliás, que não parece muito difícil diante do que está posto no processo até aqui.

Já a justiça federal encastelada na capital paranaense, acusada de malfeitos como produção de documentos falsos e venda de sentenças, faz de tudo pra por um termo no que produziu até aqui.

E como tudo que produziu pode voltar-se contra si, então, que se apague tudo, como fizeram com o caso das contas CC-5 do Banestado, outra indecência que contou com a cumplicidade de Moro.

Mesmo que as instâncias superiores, as quais Lula deve recorrer, produzam sofismas travestidos de hermenêutica capaz de livrar o malsinado togado da Farsa Jato das penas que lhe cabe, ainda assim, sobrarão tribunais internacionais capazes de mostrar ao mundo na plenitude de toda sua venalidade aquilo que foi produzido no judiciário brasileiro, com a cristalina finalidade de interferir no processo político.

Assim, Lula vai prestando outro serviço inestimável ao povo brasileiro, esclarecendo que o fundo desse imbroglio é político. A capa vestida do falso moralismo por togados falsários, gangues midiáticas e larápios pertencentes a legendas dirigidas por gangsters é auto explicativa da safadeza vigente.


quinta-feira, 17 de maio de 2018

Papa critica golpismos


Em homilia durante missa no Vaticano, Francisco condena métodos em que dirigentes instrumentalizam o povo, a mídia espalha a difamação, a Justiça condena. E no final "se faz um golpe de Estado"

Em missa nesta quinta-feira (17), no Vaticano, o papa Francisco, durante a homilia, criticou a utilização do método da intriga para dividir o povo, na vida civil e na política. "Criam-se condições obscuras" para condenar a pessoa, explicou, e depois a unidade se desfaz. Um método com o qual perseguiram Jesus, Paulo, Estevão e todos os mártires, e muito usado ainda hoje.

Sem citar o Brasil, ou outros países com passado recente de mudanças de governo por meio de mecanismos de exceção, Francisco afirmou que primeiro "a mídia começa a falar mal das pessoas, dos dirigentes, e com a calúnia e a difamação essas pessoas ficam manchadas. Depois chega a Justiça, as condena e, no final, se faz um golpe de Estado".

Francisco lembrou a história do apóstolo Paulo, contra quem o povo grita sem nem mesmo saber o que está dizendo, com "os dirigentes" sugerindo o que gritar. "Esta instrumentalização do povo é também um desprezo pelo povo, porque o transforma em massa. É um elemento que se repete com frequência, desde os primeiros tempos até hoje. Pensemos nisso."

Ele comparou com as intrigas que semeiam a divisão também nas comunidades paroquiais, "quando dois ou três começam a criticar o outro. E começam a falar mal daquele outro…", e afirmou que "a fofoca é uma atitude assassina, porque mata, exclui as pessoas, destrói a reputação".
(Vatican News/ via Rede Brasil Atual)

PNAD desmascara farsa golpista. 27,7 milhões sem trabalho


Na segunda-feira (14), durante cerimônia para celebrar o que chamou de "grandes feitos" de seu governo em dois anos, Michel Temer enalteceu a reforma trabalhista chamando de conquista dos trabalhadores e disse que o emprego estava de volta. Mas a realidade desmontou a farsa de Temer. Dados de uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que falta trabalho para 27,7 milhões de brasileiros.

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) trimestral e mostram como está o Brasil real, após o golpe de 2016. Segundo o levantamento, a taxa de subutilização da força de trabalho ficou em 24,7% no 1º trimestre de 2018, a maior da série histórica da PNAD Contínua, iniciada em 2012. O contingente de subutilizados também é o maior já registrado pela pesquisa.

Os dados se referem aos trabalhadores desempregados, aqueles que estão subocupados (menos de 40 horas semanais trabalhadas) e os que fazem parte da força de trabalho potencial (não estão procurando emprego por motivos diversos).

A taxa de desemprego no país subiu para 13,1% no 1º trimestre, atingindo cerca de 13,7 milhões de brasileiros, sendo que os principais atingidos são negros e mulheres. Segundo a pesquisa, a taxa de desemprego dos que se declararam brancos ficou em 10,5% no 1º trimestre, abaixo da média nacional (13,1%), enquanto a dos pretos (16,0%) e a dos pardos (15,1%) ficou acima.

E mesmo as mulheres sendo a maioria na população em idade de trabalhar (52,4%), a taxa de desocupação no 1º trimestre foi de 11,6% para homens e de 15% para mulheres. Segundo o IBGE, o nível da ocupação dos homens no 1º trimestre ficou em 63,6% e o das mulheres, em 44,5%.

Falta de perpectiva

Os efeitos das precarização do emprego por conta da reforma trabalhista já aparecem no levantamento do IBGE. Segundo a pesquisa, na comparação com o 1º trimestre do ano passado, o número de trabalhadores subutilizados, ou seja, aqueles trabalham menos de 40 horas por semana, porque não encontram emprego com jornada mínima, aumentou em 1,1 milhão.

Já o número de desalentados (pessoas que desistiram de procurar emprego) passou de 4,3 milhões no último trimestre de 2017 para 4,6 milhões de pessoas no 1º trimestre, um aumento de 512 mil, o que revela a falta de perspectiva do trabalhador brasileiro. Vale destacar que esse ´o maior índice registrado desde 2012, quando iniciou a pesquisa.

"A população desalentada é definida como aquela que estava fora da força de trabalho por uma das seguintes razões: não conseguia trabalho adequado, ou não tinha experiência ou qualificação, ou era considerado muito jovem ou idosa, ou não havia trabalho na localidade em que residia – e que, se tivesse conseguido trabalho, estaria disponível para assumir a vaga", explica o IBGE.

Do total de desalentados do país, 60,6% estavam no Nordeste (2,8 milhões e pessoas). Entre as unidades da federação, os maiores contingentes estavam na Bahia (805 mil) e Maranhão (430 mil).
(Portal Vermelho)

Dilema viralata



Observação importante de Saul Leblon(Carta Maior) a respeito das episódicas convicções eleitorais da direita brasileira, "a urna só é viável para o golpismo se lideranças progressistas com forte expressão social forem retiradas do seu caminho. É esse o serviço de limpa-trilho que está sendo feito pelo dispositivo jurídico do golpe."

Ainda, assim, dia sim outro também os papeluchos impressos das gangues midiáticas desfiam um rosário de balões de ensaio inventando candidaturas que podiam ser competitivas, mas que no dia seguinte sucumbem à indiferença do povo brasileiro.

A desfaçatez chegou a tal ponto que um desses viralatas de smocking deu-se ao desfrute de contratar um justiceiro togado levando o bestunto pra exibir como troféu em Nova York e registrar na mídia brasileira como enfeite.

Togados, beatas, jagunços, jagunços com retórica maquiada, atrações circenses/televisivas, agiotas do mercado financeiro...é imensa a lista dos que passaram pelo laboratório que tenta dar-lhes feição estadista e eles saem de lá menores do que entraram.

Sem a solução viável, vão vivendo sua ilusão pré eleitoral às custas da iniquidade togada que mantém a maior liderança social fora do camininho desses aventureiros. Até quando?

O golpe quebrou o Brasil


Após dois anos de gravíssima recessão, a economia brasileira encontra-se em ritmo de estagnação, com anomalias próprias de um capitalismo controlado por equivocado receituário neoliberal.

Em sua nova versão desde o desastre dos anos de 1990 em administrar as finanças públicas, com dívida líquida saltando de 30% para 60% do PIB entre 1995 e 2002, a atual equipe “dos sonhos do mercado financeiro” do governo Temer teima em fracassar duplamente.

De um lado, o neoliberalismo adotado voltou-se ao ataque dos direitos sociais, promovendo o desmonte das políticas públicas, com a retirada dos pobres do orçamento governamental e o rebaixamento do investimento ao menor patamar das últimas cinco décadas.

O resultado tem sido o desemprego mais abrangente, o colapso da classe média assalariada, o empobrecimento da população e o mais assustador: o dramático aumento de famílias miseráveis.

O Brasil caminha para se tornar novamente aquele país em que o sonho do mais pobre é garantir ao menos três refeições na mesa de casa.

Mesmo assim, o endividamento público cresce vertiginosamente, gerando desorganização nas finanças governamentais. Quando a presidente Dilma foi arbitrariamente retirada, a Dívida Líquida Consolidada do Setor Público, que era de 39,2% em maio de 2016, passou a equivaler, em fevereiro de 2018, a 52% do PIB.

De outro lado, a inegável incapacidade do neoliberalismo de permitir a retomada sustentada do crescimento econômico. No dia 24 de junho de 2016 (1 mês e 11 dias após o afastamento da presidenta Dilma), por exemplo, uma nota do Ministério da Fazenda de Henrique Meirelles definia o seguinte:

“A situação do Brasil é de solidez e segurança porque os fundamentos são robustos. O país tem expressivo volume de reservas internacionais e o ingresso de investimento direto estrangeiro tem sido suficiente para financiar as transações correntes. As condições de financiamento da dívida pública brasileira permanecem sólidas neste momento de volatilidade nos mercados financeiros em função de eventos externos.”

E continuava: “O Tesouro Nacional conta com amplo colchão de liquidez. A dívida pública federal é composta majoritariamente de títulos denominados em reais Além disso, o governo anunciou medidas fiscais estruturantes de longo prazo. A recente melhora nos indicadores de confiança e na percepção de risco do país reflete essas ações. Nesse contexto, o Brasil está preparado para atravessar com segurança períodos de instabilidade externa.”

Os dois anos de governo Temer indicam que —ao contrário do conjunto da sociedade— são fundamentalmente os bancos que acumulam lucros extraordinários (os três maiores bancos privados tiveram lucro líquido de R$ 53,8 bilhões em 2017, 15% superior ao de 2016).

Na mesma marcha, destaca-se o conjunto dos rentistas, que absorveu R$ 401 bilhões (6,1% do PIB) do orçamento público somente no ano passado.

É nessa perspectiva que ideólogos como Samuel Pessôa disputam, entre outros, a acirrada posição de paladinos do governo para ricos.

Assumem, como na época da Inquisição, a condição de julgadores que definem o que é o “certo”, desqualificando colegas, distorcendo argumentos e posando de falsa moral acadêmica.

Não importa que apenas cinco bilionários detenham patrimônio equivalente ao ganho da metade mais pobre dos brasileiros, tampouco reconhecer que, no país, ser rico é muito mais do que igual situação na França. O que vale mesmo é propagar o irresponsável ideário neoliberal e distorcer a realidade, sempre em defesa do governo para os ricos no Brasil.
(Márcio Pochmann/ via Blog da Cidadania)

quarta-feira, 16 de maio de 2018

Gleisi e Lindbergh querem Moro explicando sua estreita relação com os EUA


A senadora e presidenta nacional do PT, Gleisi Hoffmann (PR), quer convidar o juiz Sérgio Moropara dar explicações sobre a relação dele com o governo dos Estados Unidos. O requerimento será apresentado na Comissão de Relações Exteriores (CRE) do Senado.

“Queria fazer uma sugestão ao senador Lindbergh e ao senador Roberto Requião [ PMDB-PR]: nós, que participamos da Comissão de Relações Exteriores, poderíamos fazer um requerimento convidando o juiz Sérgio Moro para vir ao colegiado explicar quais são as suas relações com o governo dos Estados Unidos, quais são os cursos que ele faz lá e qual é a orientação que ele recebe”, acrescentou.

Gleisi quer ainda que Moro explique qual é o papel do estado americano nas investigações no Brasil no âmbito daOperação Lava Jato, da qual o juiz é responsável.

A ideia foi apresentada por Gleisi durante aparte ao discurso do líder do PT no Senado, Lindbergh Farias (RJ), nesta quarta-feira (16). Os parlamentares criticaram a foto de Moro ao lado de João Dória, pré-candidato ao governo de São Paulo, nos Estados Unidos, onde o magistrado recebeu o prêmio de “personalidade do ano” da Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos.

“Essa situação de o juiz Sérgio Moro aceitar o prêmio da Câmara de Comércio e também de ir tantas vezes aos Estados Unidos deveria ser explicada ao Brasil”, disse a presidenta do PT.

Também em aparte a Lindbergh, a senadora Regina Sousa (PT-PI) cobrou explicações sobre o possível uso de dinheiro público para custear viagens como a feita por Moro para ser homenageado nos EUA.

Fotos com tucanos

Durante o discurso ao plenário, o senador Lindbergh fez duras críticas à ida de Sérgio Moro aos EUA, especialmente por tirar uma foto ao lado de João Dória.

“Hoje, quando acordei bem cedo, vi nas minhas redes sociais uma foto que pensei que fosse uma foto antiga: uma foto do Juiz Sergio Moro com sua esposa, junto de João Doria, de black tie, em Nova York. E eu disse: não, isso deve ser repetição, uma espécie de fake news. Porque ele já tinha saído com Aécio Neves”, disse o líder.

Recentemente, o juiz afirmou à revista Cruzoé que se arrepende da foto em que aparece sorrindo ao lado do senador Aécio Neves, investigado na Lava Jato. O fato não passou despercebido por Lindbergh.

“Isso é uma loucura! Cadê a isenção? Cadê a imparcialidade desse juiz? Não por acaso que, em uma pesquisa da CNT, 90% [dos(as) entrevistados(as)] dizem que a Justiça do país não é imparcial; age de forma diferenciada. É o caso do ex-presidente Lula”, disse Lindbergh.
(Carlos Mota/ PT Senado/ Agência PT de Notícias)

20 anos de retrocessos em 2 de desmandos


Congelamento de gastos, salário mínimo abaixo da inflação, privatizações, reforma trabalhista, aumento da desigualdade, aumento da pobreza e miséria. Somente um governo que ascendeu ao poder mediante golpe parlamentar pode ter a petulância de transformar a desgraça da maioria em festa

É preciso muito cinismo para querer se comparar a Juscelino Kubitschek e seu Plano de Metas, que prometia 50 anos de progresso em 5 de governo. O presidente Michel Temer adotou o bordão “20 anos em 2” para celebrar seus dois anos de atuação, completados este mês. Somente um governo que ascendeu ao poder mediante golpe parlamentar pode ter a petulância de transformar a desgraça da maioria em festa.

Festejar o quê, exatamente? A queda da inflação e dos juros que estão em seus menores patamares há muitos anos? Esses são os únicos indicadores de sucesso que se tem notícia. De sucesso, em termos, pois a queda da inflação deve-se, em grande medida, à profunda recessão econômica dos tempos recentes: o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro encolheu em 7,5% entre 2015 e 2016. Mas de que adianta se a economia não volta a crescer? Até os operadores de mercado, que estão entre os beneficiários do presidente Temer e seus aliados, estão reduzindo as estimativas de crescimento para 2018.

O que celebrar no cenário político tendo uma aprovação de apenas 5% , segundo as últimas pesquisas de opinião?

A elevada reprovação de Temer e seus aliados pode ser creditada, em grande parte, às evidências de um governo mergulhado na corrupção, associadas aos arrochos provocados nas políticas públicas. As medidas implementadas nos últimos dois anos visam proteger, acima de tudo, os interesses dos governantes de plantão, bem como o capital, especialmente o financeiro, em detrimento do bem-estar geral da Nação.

Assim, o governo Temer congelou constitucionalmente os gastos públicos federais por 20 anos, com exceção do pagamento dos juros da dívida (por meio da Emenda Constitucional 95/2016); segurou o valor de salário mínimo abaixo da inflação, o que afeta milhões de trabalhadores; deu início a processos de privatizações de bens públicos, até mesmo abrindo para o capital estrangeiro; começou a desmontar o já frágil Estado de Bem-estar Social, associando cortes orçamentários com retirada de direitos, por intermédio da reforma trabalhista e a da formulação de uma reforma da previdência social que viola os direitos dos mais vulneráveis; extinguiu ou enfraqueceu institucionalidades criadas para defender os direitos de grupos da população historicamente excluídos, como mulheres, negros, indígenas, povos e comunidades tradicionais e comunidade LGBTI+. Da mesma maneira, vem eliminando medidas de proteção ao meio ambiente.

Esse conjunto de medidas resultou em expressivos retrocessos que penalizam, e muito, a maioria da população. Vejamos alguns deles:

A desigualdade se acirra

Um excelente indicador para dimensionar esse fenômeno é a concentração da riqueza. Segundo a Oxfam, o número de super-ricos que se apropriam de riqueza equivalente à metade mais pobre da população brasileira passou de seis para cinco entre 2016 e 2017. E mais: em 2017, o país ganhou mais 12 bilionários, que agora somam 43 pessoas. A fortuna desses super-ricos chega a US$ 549 bilhões, ou 43,52% da riqueza do país. Enquanto isso, a metade mais pobre da população brasileira detinha apenas 2% da riqueza nacional, menos do que os 2,7% de 2016. Em resumo: as medidas recessivas do governo Temer atingem somente os mais pobres, pois os mais abastados só fazem aumentar seu patrimônio em plena recessão econômica.

A pobreza e a miséria voltam a crescer depois de anos de queda

Levantamento realizado pela LCA Consultores, a partir de microdados da Pnad Contínua, divulgada recentemente pelo IBGE, mostra que o número de pessoas em situação de extrema pobreza no país passou de 13,3 milhões para cerca de 14,8 milhões entre 2016 e 2017, o que representa um aumento de mais de 11%. E mais: o aumento da pobreza é generalizado, pois aconteceu em todas as regiões do país. Esse empobrecimento se explica, em grande parte, pela queda real do valor do salário mínimo e pelo aumento do desemprego e do trabalho informal. Atualmente, mais de 13 milhões de trabalhadores e trabalhadoras estão sem emprego. Os números também revelam um processo de desaparecimento do emprego formal no Brasil. Desde 2014, o país perde, em média, 1 milhão de postos com carteira assinada por ano, ainda segundo a Pnad Contínua do IBGE.

A mortalidade infantil interrompe sua trajetória descendente
Segundo o Ministério da Saúde, depois de uma longa e sustentada diminuição, a mortalidade infantil cresceu 11% para crianças entre um mês e quatro anos de idade, atingindo o patamar de 12,7 mortes por mil nascidos vivos em 2016. A título de comparação, nos países da Zona do Euro esse indicador é da ordem de quatro mortes por mil nascidos vivos. Estima-se que a situação irá se agravar em 2017 e 2018. A morte de crianças é um indicador sensível do nível de desenvolvimento de um país, e uma evidência eloquente de suas prioridades e de seus valores. A diminuição real do salário mínimo e os cortes de programas sociais, tanto na saúde, como na assistência social, educação, habitação e saneamento, entre outros, impactaram diretamente na vida das crianças.

Esses são alguns exemplos das nefastas consequências dos “20 anos em 2” do governo Temer e seus aliados. Estudo do Inesc, realizado em parceria com CESR e Oxfam Brasil, evidencia que as medidas de austeridade adotadas desde 2016 resultaram em expressivos cortes e na violação de direitos de grandes parcelas da população: a área que mais perdeu foi a da juventude, seguida dos programas de segurança alimentar e nutricional, mudanças climáticas, moradia digna e defesa dos direitos de crianças e adolescentes e de mulheres.

A perversidade se acentua com a constatação de que o subfinanciamento de programas sociais é ineficiente: segundo estudo de Antônio Albano, com a Emenda Constitucional 95, do “Teto dos Gastos”, a previsão de crescimento do PIB é menor do que sem ela, e a previsão de resultado fiscal com ou sem a EC 95 é praticamente igual.

O governo federal não tem nada para celebrar e muito para se envergonhar!
(Nathalie Begin/ Inesc/ Portal Forum)

Acinte na República dos larápios. Ruralistas lucram quase R$ 1 bi com juros em processos de desapropriação de terras

Mecanismo que será julgado consumiu um terço do orçamento do Incra em cinco anos. / Reprodução

Depois de 18 anos, o Supremo Tribunal Federal (STF) julgará nesta quarta-feira (15) uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) relacionada à aplicação de juros compensatórios nas indenizações relativas a processos de desapropriação de terras por interesse social, incluindo as destinadas à reforma agrária.

A Adin foi promovida pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) conta a Medida Provisória (MP) 2027 de 2000, editada pelo governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. A MP instituiu juros de 6% ao ano sobre a diferença entre o valor oferecido pelo governo e o decidido pela Justiça caso haja contestação por parte do proprietário. O percentual recairia desde o momento da troca da posse até o pagamento final, em tese, para justificar as perdas do dono do imóvel.

A ação da OAB, entretanto, pedia um percentual de 12%, utilizando como justificativa a inflação. Como a entidade obteve uma liminar em 2001, desde então tem sido aplicado o percentual maior. O STF deve decidir qual dos dois percentuais deve ser aplicado. A decisão provisória também permitia que, caso o valor decidido judicialmente fosse o mesmo que o ofertado pelo Estado, os proprietários teriam direito a juros incidindo em até 20% do valor.

Para Gerson Teixeira, ex-presidente da Associação Brasileira de Reforma Agrária, dentro do escopo da decisão a ser tomada, seria importante que o menor percentual vencesse. O ideal, entretanto, seria o fim da aplicação dos juros compensatórios. Na sua visão, há uma contradição entre a ideia de “latifúndio improdutivo” e “receita” prejudicada. Além disso, com a inflação controlada, os percentuais aplicados representam ganhos em forma especulativa.

“Conceitualmente, juros compensatórios dizem respeito ao lucro cessante. Essa Medida Provisória fraudou inclusive esse conceito. Ele mudou, tirou lucro cessante e colocou receita. Você pode ter um latifúndio improdutivo de dez mil hectares com alguns canteiros de alface e aí vai ter uma receita. Com inflação a 4% e juros a 6%, tem ganho real. Passando para 12%, é ainda mais. Dizem que reforma agrária é cara. É cara por conta disso. É uma mamata para os latifundiários”, critica.

Gastos

Dados formulados pela Procuradoria do Incra e obtidos pelo Brasil de Fato comprovam a fala de Teixeira, apontando que, entre 2011 e 2016, o montante gasto com juros compensatórios foi de mais de R$ 970 milhões, o que representa quase um terço (28%) do orçamento executado pelo órgão no mesmo período.

A reportagem entrou em contato com a atual gestão da OAB, mas não obteve retorno sobre o posicionamento da entidade sobre a questão. Segundo informações coletadas, a Advocacia-Geral da União (AGU) deve manter seu posicionamento pela constitucionalidade da MP, ou seja, se posicionará de forma favorável ao percentual de 6%.
(Rafael Tatemoto/ Brasil de Fato)

Sordidez, bufoneria e farsa



O evento era patrocinado pela empresa de um integrante do PSDB; o fato de ser em N. York atesta a ostentação viralata que os emplumados adoram e o homenageado é filho de um ex-dirigente do partido da privataria.

O fato desse homenageado ser um juiz de Direito pouco importa. Afinal, esse togado sempre agiu em defesa daquela legenda e o faz porque a justiça brasileira é socialmente classista e ideologicamente seletiva.

Contra as evidências da parcialidade do juiz/vedete que posa ao lado de integrantes de um partido político, mesmo que esses integrantes da legenda tenham contra si suspeitas de mau comportamento político pouco importa, pois a mídia cúmplice dessas relações promíscuas oculta essa sordidez.

Ao ocultar esses convescotes mal cheirosos, ao mesmo tempo que enaltece a atuação profissional do togado faccioso, é óbvio que essa mesma mídia contribui para o clima pesado que paira sobre o país, sob uma falsa aura moralista enquanto a ladroagem pisa no erário distraída.

Estamos na véspera de ter a oportunidade de passar isso a limpo, todavia, os donos do país não parecem dispostos a submeter-se à soberania popular, daí tratarem de confinar o preferido dessa preferência da sociedade a fim de impedi-lo da disputa. E para isso recorreram ao dito bufão togado, que fez o serviço de acordo com a encomenda de seus patrões. O que esperar dessa situação?


terça-feira, 15 de maio de 2018

TÃO BONZINHO!

Nazi/sionismo sanguinário


Antes de mais um dia de protestos, o número de mortos pelas forças israelenses na fronteira de Gaza subiu para 59 na terça, depois que uma criança morreu durante a noite devido a inalação de gás lacrimogêneo. Os protestos de segunda testemunharam um nível de derramamento de sangue jamais vistos em Gaza desde os dias violentos da guerra de 2014 com Israel. E outros podem estar à frente enquanto os moradores enterram os mortos e se preparam para marcar o aniversário da fundação de Israel.
(Carta Maior)

Até quando esse estado nazi/sionista, essa base militar do exército dos EUA, nos dizeres de Noam Chomsky, continuará matando a população palestina sem que os orgãos internacionais tomem providências pra estancar esse extermínio?

Desgraçadamente, parece que esse genocídio só terá fim quando o último palestino for liquidado e for definitivamente implantado naquela região o estado ariano/puritano sonhado por facínoras racistas ao longo dos séculos em diversas regiões do planeta

Líderes europeus apoiam Lula e cobram sua participação nas eleições



Líderes europeus declararam nesta terça-feira (14) apoio ao ex-presidente Lula, e cobraram que ele seja candidato

A prisão apressada do presidente Lula, incansável arquiteto da redução das desigualdades no Brasil, defensor dos pobres de seu país, só pode despertar nossa emoção.

O impeachment de Dilma Rousseff, eleita democraticamente por seu povo e cuja integridade nunca foi questionada, já era uma preocupação séria.

A luta legítima e necessária contra a corrupção não pode justificar uma operação que questiona os princípios da democracia e o direito dos povos de eleger os seus governantes.

Nós solenemente solicitamos que o presidente Lula possa se submeter livremente ao sufragio do povo brasileiro.


François HOLLANDE, ex presidente da República francesa

Massimo D’ALEMA, ex presidente do Conselho de ministros da República italiana

Elio DI RUPO, ex Primeiro-ministro da Bélgica

Enrico LETTA, ex presidente do Conselho de ministros da República italiana

Romano PRODI, ex presidente do Conselho de ministros da República italiana

José Luis RODRIGUEZ ZAPATERO, ex presidente do Governo da Espanha
(Blog da Cidadania)

Mídia, toga e todos os golpistas submetidos à execração pública




O resultado da pesquisa CNT/MDA é avassalador para o Judiciário.

Só 8,8% o consideram ótimo e bom.

88,3% o consideram pouco ou nada confiável.

E um pouco mais, 90,3% dos entrevistados, acham que a Justiça não trata todos de maneira igual.

É isto o que o Dr. Luís Roberto Barroso diz que é capaz de representar melhor a vontade da maioria?

Verdade que as instituições estão todas lambuzadas pela falta de credibilidade, mas não venha o roto pretender elegância perto do esfarrapado.

Estão todas na lama, inclusive a mídia, que só goza da confiança de um entre cada 20 brasileiros.

Convenhamos, por merecimento.
(Fernando Brito/ Tijolaço)

Confissão e plágio


Não há correção gramatical que explique a confissão política da incompetência não apenas marqueteira, mas principalmente aquela que é imediatamente associada por quem lê a desastrada frase: a administrativa, por sinal, fruto de outro 'acaso' macabro.

Sem contar o vergonhoso plágio, do slogan da campanha de JK visando as eleições presidenciais de 1965(50 anos em 5), abortadas pelo famigerado golpe de 64.

"O Brasil voltou, vinte anos em dois". Voltou vinte anos? Então, voltou aos tempos de Sarney, emedebista também ungido por um golpe, após a morte de Tancredo Neves.

Sim, porque Tancredo quando morreu havia sido eleito, não empossado. Então, quem deveria ter tomado posse com a vacância do cargo de chefe do Poder Executivo era o presidente do Congresso Nacional, Ulisses Guimarães.

Todavia, como estávamos no auge da 'transição transada', esta garantidora da absorção impune do entulho autoritário pela Nova República, burlou-se a norma constitucional e fez-se a vontade do general Leônidas Pires Gonçalves e dos restos da famigerada ditadura militar/empresarial imposta em 1964.

Há vinte anos, Sarney despertava a ojeriza popular em percentuais semelhantes aos números do larápio Temer. Sarney precisou de cinco anos pra ser repudiado por quase a totalidade dos brasileiros; Temer precisou de apenas dois anos. Precisa de mais explicações?

O leite derramado



O jornal Diário do Pará não tem o direito de espernear contra a insegurança que campeia no Pará, principalmente no caso específico do assalto ao Santuário de Fátima.

Foi o dito jornal que investiu furibundamente contra o Termo de Adesão, assinado pela então governadora Ana Júlia Carepa, a um contrato de locação do governo de Goiás, de veículos para a Polícia Militar a um preço módico e efeito eficiente na distribuição desses veículos.

Um deles ficava 24 horas/dia ali na curva do Santuário e foi saudado pelos moradores por inibir a bandidagem que costumava atuar por ali.

No entanto, o jornal que já havia aderido a Simão Jatene, na campanha de 2010, resolveu fazer campanha contra o que estava dando certo, a ponto de desmerecer a medida alegando que os carros não eram dotados de ar condicionado, como se carro de polícia fosse de passeio.

O resto da história é sabido por todos com o desfecho nesse audacioso assalto. Pois é. Se tivesse ao menos um carrinho Fiat ali naquela curva certamente teria inibido a ação dos bandidos, cujo insucesso deu-se apenas pela providência eficaz dos responsáveis pela receita da festividade, que depositaram o dinheiro no banco antes da chegada dos larápios.

A título ilustrativo do que é afirmado acima, eis o que este blog publicou em 29/07/2010,
"Segundo o Comando, o aumento da frota da PM integra uma nova modalidade de policiamento, prevista no Plano Estratégico da Polícia Militar do Pará, com posicionamento permanente de viaturas em pontos de grande circulação de público da Região Metropolitana de Belém. Com essa estratégia, chamada de Rede de Proteção ao Cidadão, a PM tem capacidade de pronto atendimento a qualquer chamado do Centro de Operações. As viaturas serão uma referência para o cidadão, que pode acioná-la de imediato, diante de qualquer necessidade.
Além disso, ao contrário do que propala a organização mafiomidiática RBA(Rede Barbálhica de Aleivosias), o contrato prevê benefícios indiscutíveis. Apenas a título de comparação, os carros que são atualmente locados pela Polícia Militar do Pará para desempenho de funções administrativas, oriundos de um Registro de Preços proveniente do Ministério Público do Estado do Pará, portanto, instrumento semelhante ao que a PM assinou com a Secretaria da Fazenda de Goiás, possuem uma diária de aproximadamente R$48,00, enquanto que as viaturas pálio decorrentes da locação atual possuem a diária de R$58,00, já inclusos rádio-comunicador, sinalizador luminoso, adesivagem, carro reserva e garantia de troca anual.
Assim, os R$20 milhões referentes à locação de 450 veículos serão desembolsados em 24 meses, o que significa R$1 milhão por mês. Também a manutenção das viaturas será de inteira responsabilidade da empresa contratada, que inclusive se obriga a substituir qualquer viatura baixada(recolhida para manutenção). Ou seja, não haverá nunca redução do número de viaturas. O resto é futrica urdida pela RBA(Rede Barbálhica de Aleivosias)."


Hoje não há planejamento, não há economia e a violência campeia lépida e fagueira.